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O olho e a visão

27 jul 21
3 min
27 jul 21
3 min

O olho é uma estrutura complexa e delicada, e a principal responsável pela nossa visão.

Através dele, os raios luminosos chegam ao nervo óptico e são levados até o cérebro, onde são interpretados e formam as imagens que fazem sentido para nós.

Para que isso aconteça e as imagens sejam nítidas, cada parte do olho deve estar em perfeito funcionamento.

Estruturas que formam o olho

Figura que indica a anatomia do olho

A camada mais externa do olho é formada por duas estruturas: esclera e córnea.

A esclera é a parte branca, recoberta por uma fina membrana rica em vasos chamada conjuntiva.

Quando nossos olhos estão vermelhos, a conjuntiva é a responsável. Seus pequenos vasos se dilatam e deixam passar maior quantidade de sangue, consequentemente deixando-a mais avermelhada.

Na esclera se fixam os músculos que movimentam o olho em todas as direções: músculos extraoculares. Além disso, é através de um orifício posterior na esclera que todas as fibras nervosas deixam o olho, como o nervo óptico, em direção ao cérebro.

Na porção anterior da esclera, temos uma camada transparente chamada córnea, por onde a luz entra no olho. Na córnea, os raios luminosos sofrem seu primeiro desvio, com o objetivo de focá-los no ponto central da visão, no fundo do olho.

Atrás da córnea existe uma câmara preenchida por um líquido, o humor aquoso, que circula livremente nutrindo as células da região. Dentro desta câmara está a íris, estrutura pigmentada que dá cor ao olho.

A íris tem uma abertura central, a pupila, cujo tamanho varia de acordo com a luminosidade do ambiente, para deixar passar mais ou menos raios luminosos.

Atrás da íris, localizado com um anel por dentro da esclera, se encontra o corpo ciliar. Ele é responsável por produzir o humor aquoso e contém o músculo ciliar, responsável pelo foco do olho.

Logo atrás da pupila está o cristalino, a lente natural do olho. Pequenos filamentos ligados ao músculo ciliar estão presos ao cristalino e modificam seu formato de acordo com a necessidade. Dessa forma, ele é capaz de se tornar uma lente mais forte ou mais fraca quando precisamos enxergar objetos próximos ou distantes.

O cristalino altera a sua forma para conseguir focalizar os raios luminosos no ponto central da visão, localizado no fundo do olho.

Atrás do cristalino, na porção posterior do olho, fica a cavidade vítrea. Ela é preenchida por um gel transparente chamado corpo vítreo. No fundo do olho, estendendo-se por dentro de toda a esclera posterior, estão a retina e a coróide.

A retina contém as células, os fotorreceptores, responsáveis por transformar a luz em estímulos nervosos que serão levados pelo nervo óptico até o cérebro.

Na região central da retina está a mácula, responsável pela visão de detalhes. A coróide é a camada vascular abaixo da retina, responsável pela nutrição das suas células.

Como funciona a visão?

Figura que mostra como funciona a visão

Os raios de luz refletidos nos objetos penetram no olho através da córnea. Ao passar pelo tecido corneano, os raios sofrem o primeiro desvio em direção ao seu ponto de foco no centro da mácula.

A pupila, abertura da íris, regula a quantidade de raios que penetra na câmara posterior. Logo atrás dela, os raios passam pelo cristalino e sofrem mais um desvio.

Na fóvea, a luz é recebida pelos fotorreceptores (cones e bastonetes). Os cones estão concentrados na região central (mácula) e são responsáveis pela visão de detalhes e de cores. Os bastonetes estão localizados em volta da mácula e se estendem no restante da retina.

A visão periférica, de movimento e em ambientes com pouca luz é de responsabilidade dos bastonetes.

Os fotorreceptores convertem os raios luminosos em impulsos elétricos. O nervo óptico leva esses estímulos até o cérebro, onde são interpretados e, a imagem, produzida.

Como vimos, a visão é um processo complexo e que depende de muitas estruturas para acontecer. Vários fatores diferentes podem interferir na qualidade da visão, como cicatrizes, opacidades, irregularidades, inflamação, hemorragias etc.

O exame oftalmológico é capaz de diagnosticar a maioria desses problemas, possibilitando o tratamento. Se você acha que a sua visão não é perfeita, procure um especialista. Você merece ver a vida em todos os detalhes!

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