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Exames complementares

Veja a lista dos exames disponíveis para a especialidade que você procura. Você pode fazer o agendamento online ou entrar em contato por telefone ou WhatsApp para tirar alguma dúvida.

1. Exames de oftalmologia

Analisa o relevo corneano e determina as medidas de curvatura da córnea. É utilizada para o diagnóstico de doenças oculares como ceratocone e astigmatismos irregulares, assim como em períodos de adaptação a lentes de contato, no pré-operatório das cirurgias refrativa e de catarata, para calcular o “grau” da lente intraocular a ser implantada e no pós-operatório dos transplantes de córnea.

Fotografa a camada interna da córnea, chamada endotélio, responsável pela sua transparência. As células endoteliais são contadas e, suas características, analisadas. É um exame utilizado no pré-operatório de cirurgias intraoculares como catarata, glaucoma e transplante de córnea, assim como pelos usuários de lentes de contato e em casos de doenças corneanas.

Exame oftalmológico que mede a espessura da córnea. É muito utilizado na avaliação do ceratocone, glaucoma e edemas corneanos, assim como no pré e no pós-operatório de cirurgias refrativas e na adaptação de lentes de contato.

Exame de biometria que utiliza a interferometria para medir o comprimento ocular e calcular a lente a ser implantada durante a cirurgia de catarata. A biometria óptica é mais precisa que a ecobiometria convencional, realizada por meio de ultrassom.

Mede o potencial de acuidade visual do olho. Em pacientes com baixa de visão, e com suspeitas de que outra alteração ou doença ocular possa estar contribuindo para o embaçamento além da catarata, o PAM é capaz de prever de forma aproximada a visão do paciente após a cirurgia. Um feixe de luz contendo figuras ou letras é projetado dentro do olho do paciente e o menor tamanho que ele conseguir ler é registrado.

Exame oftalmológico que avalia a integridade do campo visual, e se há comprometimento do funcionamento do nervo óptico pelo glaucoma ou outras doenças oculares como: neurite óptica, tumores, aneurismas e outras alterações neurológicas. Existem alterações no exame que são típicas de glaucoma e ajudam no diagnóstico da doença. A campimetria é utilizada também para acompanhamento do tratamento.

A gonioscopia é o exame que classifica o tipo de glaucoma. Utilizando uma lente especial, o oftalmologista examina internamente o seio camerular, estrutura através da qual ocorre o escoamento do humor aquoso para fora do olho. O seio camerular é classificado em aberto ou fechado, e são observadas alterações associadas como pigmentos, outros depósitos e lesões inflamatórias. A gonioscopia também pode ser utilizada para alguns tratamentos de glaucoma, como a trabeculoplastia a laser e a goniotomia.

Fotografa o fundo de olho, sendo utilizada principalmente para registrar as alterações encontradas e acompanhá-las ao longo do tempo.

Fotografa o fundo de olho com a utilização de filtros e após a injeção do contraste fluoresceína sódica. Por meio desse exame, é possível observar detalhadamente os vasos sanguíneos da retina e algumas alterações como microaneurismas, neovascularização, vazamentos e edemas. A angiofluoresceinografia é utilizada para diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças oculares como: retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), coroidopatia serosa central e oclusões vasculares da retina.

Esse procedimento utiliza um feixe de luz para obter imagens em cortes da retina e do nervo óptico, possibilitando o exame de suas camadas. Não é necessária a utilização de contraste. O OCT tem muitas aplicações para a oftalmologia, dentre elas o acompanhamento de alterações retinianas em pessoas que sofrem com as seguintes doenças oculares: degeneração macular relacionada à idade (DMRI), retinopatia diabética, edema macular, membrana epirretiniana, buraco macular e tração vítreo retiniana.

Utilizada especialmente para doenças da retina, a fotocoagulação a laser trata principalmente alterações vasculares como o diabetes e obstruções venosas. O laser também é utilizado para tratar degenerações periféricas que predispõe o descolamento de retina.

O yag laser é utilizado para tratar a opacidade da cápsula posterior do cristalino que, algumas vezes, ocorre meses ou anos após a cirurgia de catarata.

Utilizada para avaliar o comportamento e as variações da pressão ocular por meio de múltiplas medidas ao longo do dia. Exame importante para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento do glaucoma.

Também chamado de teste de sobrecarga hídrica, avalia o comportamento da pressão ocular em resposta à ingestão de água. Durante o exame, o paciente tem a pressão ocular medida antes e depois de beber um litro de água.

Exame que observa a retina central e periférica, os vasos sanguíneos e o nervo óptico. Tem esse nome porque, por meio dele, o fundo de olho é mapeado e suas alterações registradas.

O teste ortóptico, ou exame de motilidade ocular, avalia a movimentação dos olhos, seu alinhamento e sincronia. Ele auxilia no diagnóstico do estrabismo e da ambliopia, e mede o desvio ocular. O exame deve ser feito com os óculos ou as lentes de contato de uso do paciente.

O teste do olhinho (ou teste do reflexo vermelho) é um exame de triagem realizado nos recém nascidos para detectar algumas doenças oculares graves, como catarata congênita ou retinoblastoma. Para isso, é utilizado um instrumento chamado oftalmoscópio, que emite uma luz que se reflete nos olhos do bebê. Para ser considerado normal, o reflexo deve ser vermelho brilhante. Isso significa que não há impedimentos à passagem da luz e ela consegue atingir e se refletir na retina do bebê.

O teste de Ishihara, comumente utilizado como teste de visão de cores, possui um conjunto de placas (38, no total) com pontos coloridos em diferentes tonalidades. Em cada uma delas há um número formado por cores diferentes, que devem ser lidos pelo paciente. Uma pessoa com daltonismo, por exemplo, não enxerga alguns destes números.

Esse teste mede a capacidade de distinguir números e letras sobre um fundo branco. O contraste entre eles é reduzido progressivamente até que seja impossível enxergá-los.

Utilizado para examinar as estruturas oculares. É um exame essencial quando algum obstáculo impede o exame do fundo do olho como, por exemplo, catarata ou sangue na cavidade vítrea. A presença destas opacidades impede que a retina seja visualizada claramente. Também utilizado nos traumas oculares, suspeita de corpo estranho intraocular e tumores.

2. Exames de otorrinolaringologia

Exame de endoscopia que avalia a cavidade nasal e a região posterior do nariz. É indicado para avaliar casos de obstrução nasal, desvio de septo, rinite, sinusite, pólipos, sangramento nasal e aumento das adenóides. As tubas auditivas também são avaliadas por meio de exame de videonaso

Exame que avalia a cavidade oral, faringe, laringe e, em especial, as pregas vocais. Está indicado em situações como: rouquidão prolongada, tosse persistente, dificuldades para engolir, refluxo e suspeita de câncer na garganta.

Avalia a laringe e as pregas vocais em detalhes, com o auxílio de uma câmera de alta resolução e uma fonte de luz estroboscópica. É o único método que permite avaliar a vibração e os movimentos de abrir e fechar das pregas vocais. Detecta lesões muito pequenas, que poderiam ter passado despercebidas em exames convencionais. A videolaringoestroboscopia ajuda a identificar as causas dos problemas vocais.

Consiste em 40 odores micro-encapsulados que são exalados após a raspagem no local indicado. Por meio dele, pode-se classificar a perda olfatória e identificar as suas causas mais comuns: rinossinusite crônica, rinite, pós-viral (por exemplo, pela COVID 19) ou pós-traumática.

3. Exames de fonoaudiologia

A audiometria avalia a capacidade do paciente tanto em ouvir os sons quanto reconhecê-los. Dessa forma, é possível verificar se há perda auditiva e qual o nível desta perda. É possível fazer diferentes tipos de audiometrias, de acordo com a necessidade de cada caso.

Neste exame, o paciente é exposto a várias frequências sonoras (250 a 8 mil Hz) para verificar o seu limiar auditivo. Com a audiometria tonal é possível identificar se a perda de audição é condutiva (provocada por alteração na orelha externa ou no ouvido médio), neurossensorial (caso tenham danos nos nervos ou no ouvido interno) ou se é um pouco dos dois, sendo considerada uma condição mista.

Também chamada de logoaudiometria, a audiometria vocal verifica o reconhecimento da fala humana. Com ele, é possível confirmar os valores obtidos na audiometria tonal. O profissional expõe o paciente a diversas intensidades de sons e a pessoa deve repetir as palavras que foram ditas. Dessa maneira, é possível medir a compreensão da linguagem e o discernimento de fonemas. Esse exame é usado principalmente para ajudar no diagnóstico de doenças psiconeurológicas e na escolha e adaptação de aparelhos auditivos.