Como aliviar os enjoos durante a gravidez

No início da gravidez a náusea é comum. Felizmente, os enjoos são benignos e transitórios e, muitas vezes, desaparecem em torno do do terceiro ao quarto mês. Algumas estratégias, contudo, podem ajudar a gestante durante essa fase, tornando o processo ainda mais tranquilo.

Para saber todos os detalhes sobre esse assunto, continue conosco!

O que causa os enjoos na gravidez?

A causa exata desse mal-estar é desconhecida. No entanto, são fatores diretamente relacionados a ela:

Fatores de risco

Vários fatores podem aumentar os riscos para os enjoos na gravidez. São os principais:

Como esse mal-estar se manifesta?

Quanto tempo duram os enjoos na gravidez?

Normalmente, esses enjoos começam a melhorar a partir do terceiro ao quarto mês de gestação. No entanto, algumas mulheres continuam a sentir náuseas por um período mais longo (após a 20ª semana de gravidez).

Possíveis complicações do enjoo matinal

As mulheres que apresentam enjoos matinais além do primeiro trimestre de gravidez devem falar com o médico. Procure por ajuda, também, se não estiver ganhando peso durante a gestação.

O importante a se saber é que o enjoo matinal geralmente não é grave o suficiente para impedir o crescimento e o desenvolvimento fetal. No entanto, para algumas mulheres grávidas, essa condição pode provocar vômitos intensos e perda de peso.

Quando isso acontece, o diagnóstico é de hiperêmese gravídica, um quadro que causa desequilíbrios eletrolíticos e perda de peso não intencional. Se não for tratada, pode prejudicar seu bebê.

Então, entre em contato com o seu médico imediatamente caso haja:

Os episódios graves de enjoos matinais geralmente requerem hospitalização. A hiperêmese gravídica frequentemente requer fluidos intravenosos para reidratação.

Quando procurar um médico?

Apesar de raro, algumas mulheres podem experimentar a hiperêmese gravídica, que é uma versão mais extrema dos enjoos na gravidez. Dependendo do caso, ela pode causar complicações tanto para a mãe quanto para o bebê e, portanto, requer tratamento.

Sendo assim, fique atenta a sintomas como:

Além disso, vale ressaltar que as náuseas e vômitos durante a gestação podem ser sintomas de outra doença como viroses, intoxicação, apendicite etc. Logo, se você não conseguir manter nada no estômago por 12 horas (ou mais), tiver vômitos persistentes e/ou com sangue, febre, icterícia, dor intensa, diarreia ou outros sintomas incomuns, procure imediatamente por ajuda médica.

Como contornar os enjoos na gravidez?

1. Coma antes de se levantar

A náusea durante a gravidez geralmente aparece pela manhã e está relacionada principalmente às alterações hormonais próprias da gestação e é agravada por glicemia baixa.

Uma boa estratégia, então, é ingerir algo mesmo antes de se levantar: um biscoito, frutas secas, um suco de fruta ou um chá leve e ligeiramente doce, por exemplo.

2. Faça refeições mais leves

Recomenda-se que a grávida consuma alimentos leves e evite comidas gordurosas, frituras, doces, alimentos picantes ou que tendem a fermentar (repolho, por exemplo). Vegetais, frutas, produtos lácteos ou frutos oleaginosos, como nozes e avelãs, são uma ótima escolha.

É necessário também que a gestante se alimente frequentemente durante o dia. Afinal, o estômago vazio piora os enjoos na gravidez. Além disso, recomenda-se que ela tenha sempre um biscoito ou fruta em mãos para lanches rápidos e uma garrafinha de água para se hidratar adequadamente.

3. Descanse

Fadiga e estresse também podem agravar a náusea da gravidez. São recomendadas, então, pequenas atitudes como praticar atividades de relaxamento, dormir mais cedo e, se possível, tirar uma soneca no início da tarde. No entanto, deve-se tomar o cuidado de não se deitar imediatamente após uma refeição, combinado?

4. Hidrate-se

A ingestão de líquidos (de forma regular e em pequenas quantidades) pode ajudar a reduzir os episódios de vômito. Além disso, uma boa dica é chupar cubos de gelo feitos de água ou suco de frutas.

5. Aposte em soluções alternativas

Há uma grande variedade de abordagens médicas complementares que podem ajudar a minimizar os enjoos na gravidez como, por exemplo, acupuntura, hipnose, meditação, aromaterapia etc.

Enfim…

Viu como é fácil contornar uma situação tão desagradável como esses enjoos na gravidez? Basicamente, é só prestar bastante atenção na alimentação, não passar muito tempo sem comer e, claro, descansar e relaxar bastante!

Agora que você já sabe como sair dessa, que tal compartilhar esse post em suas redes sociais? Assim, outras mamães como você poderão finalmente amenizar um pouco desse mal-estar da gestação!

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Alimentação na gestação: o que NÃO comer?

A gravidez é um período delicado na vida de qualquer mulher. Embora a maioria dos alimentos seja segura para a mãe, alguns tipos de comida devem ser cortados para evitar complicações na formação do bebê. Recomenda-se, portanto, cuidar bem da alimentação na gestação.

Aqui está uma lista de alimentos que grávidas não podem comer:

Peixes e crustáceos crus

O consumo de peixes e, principalmente, crustáceos crus pode acarretar várias infecções e, por isso, devem ser cortados da alimentação na gestação. Os micro-organismos envolvidos incluem: Norovirus, Vibriosis, Salmonella, Listeria e parasitas.

Algumas dessas infecções só afetam a mãe, deixando-a desidratada e fraca. Outras infecções, contudo, podem ser transmitidas ao feto e trazerem a ele consequências graves ou até mesmo fatais.

Carne crua e processada

Comer carne mal cozida/crua aumenta o risco de infecção por muitas bactérias ou parasitas. São elas: Toxoplasma, Escherichia Coli, Listeria e Salmonella. As bactérias podem ameaçar a saúde do feto, podendo levá-lo à morte ou provocar uma doença neurológica grave. Algumas sequelas deste tipo de infecção são retardo mental, cegueira e epilepsia.

Ovos crus

Ovos podem estar contaminados com Salmonella e a ingestão sem um cozimento apropriado não é recomendada. As infecções geralmente acometem apenas a mãe. Os sintomas incluem febre, náuseas, vômitos, cólicas e diarreia. No entanto, em casos raros, a infecção pode causar contrações no útero, resultando em parto prematuro ou morte fetal.

Cafeína

A cafeína é a substância psicoativa mais utilizada no mundo e é encontrada principalmente em café, chás e refrigerantes. As mulheres grávidas geralmente são aconselhadas a limitar a ingestão desta a menos de 200 mg por dia, ou seja, 2 ou 3 xícaras pequenas de café no máximo.

Isso ocorre porque a cafeína é absorvida muito rapidamente e passa através da placenta para o feto.

Leite não pasteurizado, queijo e sucos de frutas: potenciais vilões para a alimentação na gestação

O leite cru e o queijo não pasteurizado podem conter uma variedade de bactérias nocivas, incluindo: Listeria, Salmonella, E. Coli e Campylobacter. O mesmo acontece com o suco não pasteurizado, que também é propenso à contaminação bacteriana.

O suco natural pode ser consumido desde que a água utilizada seja filtrada ou fervida. Infecções por estes micro-organismos podem ter consequências graves para o feto.

Álcool

Mulheres grávidas devem evitar completamente o álcool durante a gestação, pois isso aumenta o risco de aborto e morte fetal. Mesmo uma pequena quantidade pode ter um impacto negativo no desenvolvimento do cérebro do bebê. Por fim, também pode causar síndrome do alcoolismo fetal, em que ocorrem deformidades faciais, defeitos cardíacos e retardo mental.

Mariscos defumados

É recomendado não consumir frutos do mar defumados e refrigerados. Eles podem conter Listeria Monocytogenes. Esta bactéria causa a listeriose, que se apresenta como diarreia e vômitos, e pode levar a doença ao recém-nascido, causando aborto espontâneo ou morte.

Além disso, o marisco processado contém alta concentração de sal, podendo provocar um aumento da pressão arterial e retenção de líquido.

Carnes processadas

A gestante também precisa evitar os embutidos como: salame, salsicha e carnes fatiadas. A ingestão destes é perigosa por conter risco de contaminação bacteriana, por exemplo, pela Listeria.

Frutas e vegetais não lavados

Frutas e vegetais não lavados podem estar contaminados pelo Toxoplasma, um parasita que causa infecção fetal e sérias complicações no desenvolvimento do bebê.

Alimentos em conservas

Os alimentos enlatados, incluindo frutas, vegetais e refrigerantes, são prejudiciais à saúde da gestante e seu bebê. Afinal, podem conter Bisfenol (BPA), uma substância tóxica que afeta a atividade endócrina do feto e provoca problemas de fertilidade, câncer, doença hepática e doença cardíaca.

Os molhos e as sopas, por exemplo, contêm altos níveis de BPA. Além disso, o atum enlatado contém altos níveis de mercúrio tóxico para a mãe e feto.

Alimentos ricos em gorduras trans

A gordura trans é uma preocupação não apenas por aumentar o colesterol LDL, mas também por reduzir os níveis de colesterol HDL, protetor do coração. Além disso, existem estudos que ligam esse tipo de gordura a taxas aumentadas para endometriose e infertilidade.

Alimentos ricos em açúcar refinado

O açúcar refinado não só contribui para as epidemias de obesidade e diabetes, como também não fornece nenhum benefício nutricional. E se a mulher tem predisposição ao diabetes gestacional, seu corpo pode não ser capaz de produzir insulina suficiente para lidar com todo o açúcar extra no sangue.

Sódio

A gravidez já torna a mulher propensa ao inchaço e à retenção de água. Quando há excesso de sódio em sua alimentação, então, essa condição só piora. Além de evitar alimentos processados ​​e fast food, fique atenta às tabelas nutricionais de todos os produtos e atente-se ao fato de que, de acordo com a OMS, o consumo diário de sódio por dia é de até 2g.

O que, então, é recomendado para uma boa alimentação na gestação?

Alerta às grávidas: antes de excluir qualquer dos alimentos listados neste artigo, consulte o seu médico.

Entende agora os motivos pelos quais uma gestante deve cuidar bastante de sua alimentação e, claro, quais refeições evitar para que dê tudo certo com sua dieta? Se você seguir essas dicas à risca e fazer um acompanhamento sério com uma nutricionista, pode ter certeza de que essa jornada será muito mais simples do que se pensa!

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